domingo, 18 de setembro de 2011

Fonte da Juventude


Não espero que os adultos entendam o que estou prestes a declarar. Mas a verdade é que ninguém nasce novo e ninguém está predestinado a morrer velho.
Desde a infância, nós ouvimos histórias da Terra da Nunca e da tal Fonte da Juventude, mas esses “faz-de-conta” dependem só do “faz” de alguém.
Há quem busque dentro de si a Fonte da Juventude e a encontre sem demora. Eu sou capaz! Não quero morrer velho e isso não significa que quero morrer cedo porque a velhice é definida por atitudes. Vejamos: somos nós que nos colocamos na condição de que se nossos ossos estão debilitados não devemos correr na praia. Por quê?
Os médicos dizem para moderar nos esforços, mas não dizem que devemos parar de andar, ficar sentados o tempo todo na poltrona na frente da TV, mas TV em excesso também pode prejudicar a visão, não é? Deveríamos então, passar o resto das nossas vidas dormindo? Se te faz bem, sim! O que me faz bem é a juventude e se a você também faz sejamos jovens.
Joguemos bola, uma vez por semana.
Vamos à praia, de quinze em quinze dias.
Falar bobagens com os amigos, de quando em quando.
Comer pastéis, uma vez no mês.

Quem disse que Terra do Nunca não existe?
Quem disse que Fonte da Juventude não existe?
Quem disse que Faz-de-conta não acontece?

Terra do Nunca sempre existiu, mas a gente perde o mapa quando cresce.
Fonte da Juventude sempre esteve dentro de cada um de nós, mas a gente deixa secar.
E o Faz-de-conta só não acontece pra quem não faz ou receia contar.

Taíssa Cazumbá
14/06/09

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Oscilações

Oscilações:
É isso que eu sou!
Começo a indagar-me...
Mas do que adianta dizer quem ou o que sou agora?
Amanhã já não serei mais a mesma.

Fui o que quis ser
Fui o que não quis também
Fui o que minha mãe tanto temeu e odiou,
Fui Paul Sartre, Dalai Lama, Clarice. Lispector,
Fui tudo aquilo que admirei

Hoje eu mudei.
Sou Da Vinci, Van Gogh,
Sou as próprias obras dolorosas de Frida Kahlo,
Sou Mozart e Salieri,
Sou o caráter e a corrupção.
Este é o meu destino:
Ser o que não sei quem sou.
Continuo sendo o que minha mãe não quer
Mas amanhã posso ser o que ela mais ama.

O que sou hoje já não tem mais sentido,
Durmo tarde e acordo cedo,
Trabalho mais que me divirto.
E ainda assim,
Consigo achar-me a mais feliz de todas as mulheres!

Sou os meus amigos
E os meus inimigos também.
Consigo dar mais voltas que o mundo,
Ter mais fases que a Lua,
Consigo brilhar mais que o Sol,
Pois eu sou Oscilações.

Taíssa Cazumbá

sábado, 16 de abril de 2011

Nem sei ao certo... mas...................



Acho que tenho problemas...

Minha vida Johnny Cash está me deixando devaneiada, pq? nem eu sei, mas esperar a sorte o tempo todo pode ser considerado um azar...

Essas incertezas q me cercam, esses ventos que me movem, essa... ah essa... droga que me leva que me deixa atônita, volúvel e (quando nada) um tanto especial.

Até o presente momento não faço ideia de se isso é bom ou ruim, certo ou errado, sorte ou azar, porque simplesmente eu duvido de tudo.

Tenho sorte de amar demais e azar pelo mesmo, porque tudo sinto mais que os outros, o que é bom, porque quando estou feliz, estou mais que o vizinho, mas meu sofrimento tbm é maior do que no outro.

Não sei o que faço com relação a essas coisas, a vida vai me dando forcinhas, mas apesar de todas incertezas e todos os problemas, devo apenas me preocupar em fazer o que quero no momento, fumar outro cigarro mentolado.