Sou
desconhecido de mim
Uma
besta bípede
Que
não consegue se encontrar
Andando
na escuridão
Clareando
apenas em instantes
Com
um poder maior que me consome
E
a cada luz que vejo à minha frente
Penso
ter me descoberto
Só
que são apenas em segundos
Desta
hora que não quer acabar
A
divina caçada de ser o que ainda nem sei.
De
me situar entre os gênios
E
fazer-me com eles.
De
me situar entre os artistas
E
ser tão perfeito quanto
De
simplesmente me descobrir
Conhecer-me
E
finalmente
Ser
quem eu quero ser.
E
me amar
Assim
sem limites
Eu
conhecendo a mim mesmo
E
ganhando a minha própria amizade
Sem
ambições.
Taíssa Cazumbá
Taíssa Cazumbá
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